sábado, 13 de outubro de 2007
You know I´m no good
Estou em um momento totalmente "anti-romantismo" e tudo o que escrevi aqui nesses últimos posts me parecem totalmente ridículos, mais se escrever é minha única forma de jogar tudo o que sinto para fora e dar descargaaaaa, just writing! Você sabe que eu não estou bem, e assim como a "Amy casa de vinho" eu digo isso, eu grito pela demência de certos indivíduos auto-suficientes, que Não! Não sou assim tão auto-suficiente! Que preciso de ajuda para curar meu "eu" estrangulado ao chão por passinhos de salto agulha de uma Giovanna invejosa que há dentro de mim. E eu te disse que não teria problema se um dia me deixasse a ver navios, mas hoje, vejo problemas sim, porque você me fez ver como uma pessoa existe e não como somente "eu existo", confesso como era egoísta, mais se quer saber, ainda sou! E estou lutando pelo meu bom, ao contrário de você que o esgota de maneira trágica. Porque eu bebo tudo que tenho direito, seja whisky, ou todo o universo ao meu redor, e não cuspo meus direitos para fora, os engulo com ganancia. Os quero com determinação! Auto-destrutiva? Talvez sim! Religiosamente certa de meus atos suicidas e impulsivos? Talvez não! Mais se não fossem impulsivos, não seriam tão libidinosos, tão exaladamente gostosos, tão excitantes como realmente se tornam, a partir do momento que a palavra proibido soa! Sou um ser abominável, porque sou uncensored? Prazer, sou a abominavel Giovanna! Não sigo regras, e crio as mesmas! Não me censuro por ser totalmente o oposto de certas pessoas, de certos hábitos, e de um modelo saudável da juventude atual, porque soaria um tanto fake ser o que os outros querem, e acham ser o certo. E algo fake me deixa enojada, assim como me sinto em relação há VOCÊ!
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Porque quero-te
Quero-te por querer, para quando chegar em casa, ter algum motivo, alguém para qual me arrumar, me vestir, me dobrar afim de me mostrar. Quero-te para meu tempo passar, para minhas horas voarem e o tédio assim, não matar-me, não enlouquecer-me. Quero-te para domar-te, para saciar-te, porque há vida já não mais sacio, essa enorme vontade de explodir, esse imenso amor próprio que se esconde atrás de ti, que não irá calar-se, nem ao menos se assumir. Quero todas horas, dias para mim, que sejam inacabáveis ao tenta-los medir ou correr até cansar, algo absoluto, que não consegue-se parar. Quero-te porque imagino-o como algo transcendental que transmuta de um lugar para outro com perfeita ignorância, com a agressividade de uma ingénua criança. Quero-te porque nunca nada há mim fora negado, quanto mais um pequeno bastardo.
sábado, 6 de outubro de 2007
Meus sentimentos estão embrulhados, se igualam ao nivel de meu estomago fudido de tanto alcool ingerido na noite passada. Estou sentindo uma imensa necessidade de vomitar e uma incrivel tontura ao tentar levantar. E eu não sei como gosto de me expor as situações ridiculas as quais me submeto, eu não ando conseguindo levantar minha cabeça ao pensar em minha vida, e isso vêm me colocando em um nível abaixo do que eu esperava estar. Minha imensa saudade do "antes" me faz chorar desesperadamente, procurar por algum porto seguro que não encontro mais dentro de mim, nem em minhas atitudes, hoje desconnexas. Não consigo ser amada, justamente porque não consigo amar-me. Não ando despertando miseros sentimentos, porque estou em falta com os mesmos. Queria poder me desligar de tudo o que anda me prendendo, de tudo o que vêm se tornando o sentido, de tudo isso, que venho ultimamente dividindo e explodindo. Me desespero ao olhar para trás, o que estou fazendo, anda colocando-me em maus lençois, e não sou desse jeito. Não costumo agir dessa maneira, propor sempre as mesmas besteiras. Não sei onde mais conseguirei errar, onde tento outra vez acertar, ou o que propor, ou possivelmente amargar......... TO BE CONTINUED.
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Sugiro que se suje.
Dentro de mim carrego um mundo sujo, um mundo avesso ao estado considerado, um mundo onde choros são banais, vistos de um angulo sugestivamente agradavel. Não saberia dizer como consegui e consigo colocar tantas coisas sujas dentro de mim, quantas coisas podres ainda uso e abuso. E como o "sujo" e o "ruim" prevalescem dentro de mim. Quando tentando escapar deles, me perco no tedioso dia-a-dia que me persegue, que me adormece. Aquele sujo me atrai, esse sujo me sustenta, ele traz me prazer, traz me tesão pela vida, e pelas osciladas que sinto quando a sinto. E como eu preciso senti-la, e como eu tento toca-la e em alguma outra face perdida a achala. Creio que todos nós temos dentro de nossas entranhas um fascinio pelo sujo, pelo proibido, pelo ilegal e por algo a mais que nos faça sair da realidade. São anestesias fundamentais para nosso cotidiano angustiante e irrelevante. Descrever-me como uma pessoa normal, não me faz acreditar na normalidade da existencia, na facilidade, e no abuso da irreverencia. Eu quero transcender, ver almas florescer, ver picos de loucura e saborear frutas maduras. Tenho certeza, de tantas sujeiras que persegui, introduzi, inalei e abusei, a plena consciencia da sorte por poder dizer "sobrevivi", ao invés disso, apenas digo "NÃO MORRI".
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Estou segurando o choro, aquele do qual não sei o porque, aquele ao qual não saberei o que estará querendo dizer. Me sinto assustada, preciso conseguir-me dar conta, e eu ainda mal sei quem sou, queria poder fingir que não cresci, e quando é mais fácil fazer algum sangue jorrar, venho com toda paciência desabafar neste. Aquele que reflete, mas como as vezes eu tenho vontade de não ver o reflexo, porque consigo-o odiar com toda minha força. Porque tentar ser forte machuca, e algumas vezes é bom sentir-se fraca, é necessário um carinho, um silencio a dois, um amor quem sabe depois. Algo surrealmente ruim está sugando todas minhas energias e isso está sim me incomodando, me tirando o sono. Sublimar, já não mais adianta, isso está me expirando por inteira, me deixa pronta ao surto que já abomino. Senhor ao qual o nome não revelarei, me sinta dentro de você e a onda que posso chegar a causar e ai sim me diga o que irá achar, e não se faça apenas de desentendido ao chegar. Isso faz-me doer, faz-me sangrar, e eu não quero mais me machucar.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Falsa modéstia
Noticiários estampam alguma indignação, pessoas vivem em uma tentativa de
fazerem valer, mais nada do que as alimenta as contem, se esconder entre fakes e acasos não faz o genero de verdadeiros entediados, não faz a linha de nobres injuriados. Uma falsa e superficial caricatura não faz-me gozar de outra, apenas uma cara limpa, em completo arrojo me faz crer em alguma suposta mentira, em alguma louca verdade. A única coisa que creio poder distribuir, são sorrisos. Para os contraditórios, distribuo sorrisos irônicos, para os descrentes, sorrisos de piedade, para os amantes, sorrisos de saudade e para os guerreiros sorrisos de entusiasmo. Porque uma mentira leva a outra, e esconder-me em outras faces não amenizará minha dor de cabeça ao deitar-me mais uma noite com há ajuda de calmantes e soníferos suficientemente bons para o alcance do sono perfeito. Durmam em paz, aqueles que somente se contentam.
fazerem valer, mais nada do que as alimenta as contem, se esconder entre fakes e acasos não faz o genero de verdadeiros entediados, não faz a linha de nobres injuriados. Uma falsa e superficial caricatura não faz-me gozar de outra, apenas uma cara limpa, em completo arrojo me faz crer em alguma suposta mentira, em alguma louca verdade. A única coisa que creio poder distribuir, são sorrisos. Para os contraditórios, distribuo sorrisos irônicos, para os descrentes, sorrisos de piedade, para os amantes, sorrisos de saudade e para os guerreiros sorrisos de entusiasmo. Porque uma mentira leva a outra, e esconder-me em outras faces não amenizará minha dor de cabeça ao deitar-me mais uma noite com há ajuda de calmantes e soníferos suficientemente bons para o alcance do sono perfeito. Durmam em paz, aqueles que somente se contentam.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Giovanna Carey"
Lembro-me bem de quando era pequenina, eu pedira insistentemente para descer, uma festinha dos amiguinhos do prédio, e eu não entendia o porque você insistira em dizer não, mais mesmo assim acabava me arrumando e me deixando até um certo horário a vontade. E eu me lembro que meu sonho de consumo era um cd da Mariah Carey, e que eu a ouvia e sonhava que aquela voz saíra de mim, que alguma coisa muito bonita poderia sair de dentro de minhas entranhas, de minha clausura, de minhas emoções. Lembro-me da incrível insegurança, das mentiras e do meu segredo fatal, minha idade. Então com a ajuda de minha prima, colocava um vestido colado, meus cabelos, mexas soltas e algumas presas, e um leve baton para me fazer de "gente grande". Porque eu mentia, e quando resolvi mais uma etapa pular, virar mais e mais gente grande, me deparei com um menino na escuridão, ele chegou perto de meu rosto tirando mexas soltas de minha face assustada, olhou meu sorriso amarelo, aquele breve sorriso metálico e em uma tentativa frustrada quase arrancou um beijo, que fora percebido há tempo pelo porteiro do prédio e interrompido por uma dolorosa mordida que dei em
seus lábios! Porque não sabia beijar, porque não sabia em saltos me equilibrar, e isso me machucava tanto quanto me machuca sabe-los manusear hoje. E quando me chamavam para dançar "Can't Take That Away", eu me sentia importante, mais do que realmente eu era naquele momento para aquela pessoa. O importante era ser importante,o importante era ter 15 anos aos 13! E como as coisas importantes se tornam banais ao tempo que nos resta, ao tempo que nos acrescenta. E como os valores se dissipam, se esmagam entre si, e se discriminam através de fatos corriqueiros e insuficientes do dia-a-dia! Porque hoje queria poder me sentir realizada somente ouvindo can't take that away, e não idealizada por somente saber o que é ser! Porque a única coisa que tenho, sou eu mesma, são minhas sicatrizes e lembranças, meus choros calados e minhas mentiras mal contadas, meu amor pela Mariah Carey em minha infancia, mesmo ela sendo ridiculamente uó nos tempos atuais! É como diz a música "They can try...... But they can´t take that away from me!
seus lábios! Porque não sabia beijar, porque não sabia em saltos me equilibrar, e isso me machucava tanto quanto me machuca sabe-los manusear hoje. E quando me chamavam para dançar "Can't Take That Away", eu me sentia importante, mais do que realmente eu era naquele momento para aquela pessoa. O importante era ser importante,o importante era ter 15 anos aos 13! E como as coisas importantes se tornam banais ao tempo que nos resta, ao tempo que nos acrescenta. E como os valores se dissipam, se esmagam entre si, e se discriminam através de fatos corriqueiros e insuficientes do dia-a-dia! Porque hoje queria poder me sentir realizada somente ouvindo can't take that away, e não idealizada por somente saber o que é ser! Porque a única coisa que tenho, sou eu mesma, são minhas sicatrizes e lembranças, meus choros calados e minhas mentiras mal contadas, meu amor pela Mariah Carey em minha infancia, mesmo ela sendo ridiculamente uó nos tempos atuais! É como diz a música "They can try...... But they can´t take that away from me!
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